quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

MEIO AMBIENTE, LAGO DE ITAPARICA E ASSOCIAÇÃO CAATINGUEIRAS - parte 6

Foto: Elson

Na sexta e penúltima parte da entrevista tocamos no tema MEIO AMBIENTE. Como andam os projetos voltados para o setor? Será que a indústria de água de coco do município é sustentável?
Não poderíamos deixar de falar também sobre as famílias que não têm onde morar nem como pagar aluguel e, ainda assim, viver de forma digna.

George Novaes – Estamos vivendo um momento crucial em relação a problemas ambientais. Vemos o lago de Itaparica num nível muito baixo podendo afetar abastecimento e produção agrícola. Por que a gestão não tem transparência nem diálogo com a população em um tema central e estratégico para a sociedade? Por que não apresenta, sequer, um projeto de desenvolvimento sustentável?
Eudes Fonseca – Olhe, George, realmente é preocupante. Nós temos dificuldades para nossos agricultores produzirem por causa do bombeamento. Sustentabilidade para os agricultores é importante. É o trabalho que você, Niedja e o professor Daniel vêm fazendo e mostrando para a população da região o quanto é importante proteger o meio ambiente e incentivar a reciclagem. O que a gente pode fazer é tentar sensibilizar os órgãos responsáveis e os órgãos governamentais para criar trabalhos como esse.

GN – Quanto a questão de projeto, mais uma vez, não é falta de visão estratégica da gestão por deixar essa deficiência no ar?  O senhor fala em trazer indústria para gerar emprego, mas vai vir de uma forma não sustentável. Temos como exemplo a indústria da água de coco aqui que não é sustentável. Ela prejudica bastante o meio ambiente. Desde o descarte das cascas do coco ao uso de agrotóxicos.
EF – Eu acredito o seguinte... É uma falha. Você deu o exemplo aí da indústria da água de coco. Poucas vezes fui lá. Acho que umas duas vezes. Mas agora recentemente ouvi gente falando do descarte das cascas do coco. Realmente, essa matéria-prima poderia estar sendo usada como trabalho para algumas famílias...
Eu posso ver isso, mas não vou negar que sou um pouco leigo nessa área.

GN – E o que falta para que todos percebam a gravidade que esse setor enfrenta?
EF – Eu acho que a gente tem que orientar nosso população sobre a realidade.

Foto: George Novaes

GN – Sobre habitação popular o que o senhor sabe sobre a situação das famílias da Associação Caatingueiras?
EF – Veja só, segundo me disseram, que eu não tava nem sabendo, é que o acordo feito (entre prefeito, empresário e associação) tinha sido desmanchado. Mas não tive tempo de perguntar ao prefeito sobre esse fato.
Petrolândia tem muita gente que vive de aluguel, mas nem tem condição de pagar aluguel. Então vamos tentar trazer o programa MINHA CASA, MINHA VIDA como está previsto desde o ano passado. O prefeito falou que há um processo com a Caixa Econômica Federal para trazer aproximadamente 400 casas populares. Seria um condomínio fechado. Apartamentozinho de 1° e 2 ° andar. Pra falar a verdade eu não sei em que dimensão está o processo. Mas foi bom lembrar para que eu possa saber melhor. Só assim para resolver o problema dessas famílias que não tem onde morar.

  
E NA ÚLTIMA PARTE: Perguntamos ao vereador se ele mudou de posicionamento político na época da campanha em 2012. Pedimos ainda que fizesse uma breve análise de seu primeiro mandato como parlamentar e o que visa para as eleições municipais em 2016.

Um comentário:

  1. NUNCA BOTEI FÉ NESSES POLITICOS DE PETROLANDIA, NAO FAZEM NADA SÓ PROMETEM, PARA VER ESSES POLITICOS É QUE NEM GELADEIRA PRETA, KKKKKKKKK ESTÁ NA HORA DE MUDAR A POLITICA DE PETROLANDIA. 2016 VEM AI,

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