quinta-feira, 10 de setembro de 2015

10 DE SETEMBRO: DIA MUNDIAL DA PREVENÇÃO DO SUICÍDIO



                                                                    (Foto: Reprodução Conselho Federal de Psicologia)



Problemas de caráter psicológico, ainda hoje, são um tabu em vários lugares do mundo. Se alguém vai ao psicólogo fazer terapia, logo é taxado de louco. Se faz terapia e ainda por cima toma tarja preta, aí então, é caso perdido!
É tanto julgamento acumulado com problemas pessoais, com seus próprios “demônios particulares”, que mais dia, menos dia, acabou-se, veio o suicídio e ninguém estendeu a mão. É preciso falar sobre suicídio. É preciso retirar este tópico da “seção proibida” e dar liberdade a quem está pensando em desistir da vida de pedir ajuda sem receio de receber uma enxurrada de críticas.
O suicídio acontece mais do que a gente imagina. Por não ser noticiado pelos veículos de comunicação, nos faz perder a noção do tamanho do problema. De acordo com uma pesquisa feita pelo Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), Petrolândia e Itacuruba são as cidades com o maior número de suicídios do Sertão pernambucano. No Brasil, segundo o Cremepe, o índice de suicídio é de 4,34% por 100 mil habitantes. Em Pernambuco, esse número chega a 4,19% pela mesma quantidade de pessoas.
Com intenção de dar mais visibilidade ao assunto, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), junto com tantas outras instituições, está realizando a campanha Setembro Amarelo de Combate ao Suicídio. Hoje, 10 de setembro, é o dia mundial de prevenção ao suicídio. Mas, para que a campanha tenha efeito, precisamos deixar de lado qualquer tipo de preconceito e estar dispostos a ajudar quem precisa.

Se você não faz ideia de como ajudar, não sabe como identificar os sintomas do suicídio, conhece pouco sobre o problema, o Conselho Federal de Medicina (CFM) elaborou uma cartilha para esclarecer essas e outras dúvidas. Leia, aprenda, ajude e você pode salvar vidas.


Fonte:
http://cremepe.org.br/2006/05/03/sertao-tem-grande-numero-de-suicidio/


Bruna Borges
Estudante de Psicologia (UFPE)