sábado, 25 de fevereiro de 2017

MUDANÇA NA FORMA E HORÁRIO DE LIMPEZA DA ORLA

Foto: Daniel Filho

Após publicação no Blog Gota D’água sobre o problema causado pela poeira, oriunda da limpeza com maquinários, a moradores e comerciantes da orla fluvial de Petrolândia a assessoria de imprensa da prefeitura entrou em contato afirmando que irá mudar a forma e horários de limpeza:

“Boa tarde(...). Já é de conhecimento dos secretários essa reclamação. Já havia até um carro pipa molhando lá, mas é impossível conter toda a poeira. Porém a limpeza será feita no horário em que os quiosques não estiverem abertos.”


TRABALHADORAS E TRABALHADORES DISCUTEM A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Imagens enviadas por Natan Caetano

Ontem (24), na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR), lideranças políticas, sindicais, vereadores e trabalhadores debateram os riscos que a reforma da previdência trará a todas e todos caso seja aprovada.
Movimentos e sindicatos estão construindo a pauta e ações para a GREVE GERAL, marcada para o dia 15 de Março.

ENTENDA A REFORMA

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287 exige que o trabalhador, seja homem ou mulher, contribua durante ao menos 25 anos com o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) e estabelece idade mínima de 65 anos de idade para ter acesso ao benefício.
Esses fatores precisam ser combinados para que seja possível requerer a aposentadoria. Alcançar os 65 anos com menos de 25 anos de contribuição ou atingir os mesmos 25 anos de trabalho formal antes dos 65 anos de idade não permitirão o acesso à Previdência.

Isso vale para quem?

Vale para os homens que têm menos de 50 anos e para as mulheres com idade inferior a 45 anos.

E como será possível obter o valor integral da aposentadoria?

Hoje, a aposentadoria integral significa receber o valor total do chamado salário de benefício, que é a média dos 80% maiores salários recebidos desde julho de 1994. Atualmente, esse teto é de 5.189,82 reais. Atualmente, o cálculo para chegar a esse valor é feito com base no Fator Previdenciário ou na chamada regra 85/95, sancionada pelo governo Dilma em novembro de 2015.
A proposta do governo Temer é acabar tanto com o Fator Previdenciário quanto com a regra 85/95, estabelecendo cotas para o acesso à aposentadoria integral.

E o que isso significa?

Significa que, mesmo contribuindo por 25 anos, o trabalhador não terá direito à aposentadoria integral. Por exemplo, se um trabalhador contribuir com uma média de 2.000 reais durante 25 anos, ele receberá uma aposentadoria de apenas 1.520 reais quando chegar aos 65 anos de idade.
Caso queira receber um valor superior, o brasileiro deverá continuar no mercado formal após os 65 anos ou começar a trabalhar aos 16 anos. Na prática, para ter acesso à média integral do valor contribuído, será preciso trabalhar formalmente por 49 anos.

Como ficam homens com mais de 50 anos e mulheres com mais de 45 anos?

Os homens de 50 anos ou mais e as mulheres com 45 ou mais de idade entrarão nas regras de transição. Para esses casos, o governo impôs um outro cálculo para acesso ao benefício. Os trabalhadores deverão trabalhar mais 50% do tempo restante ao que faltava para se aposentar.
Por exemplo: um homem de 51 anos que estava a cinco anos de conseguir o benefício, vai precisar trabalhar 50% a mais do que esse período. Ou seja, os cinco anos da regra anterior mais dois anos e seis meses como "pedágio".
No caso específico desse trabalhador, portanto, ele precisará trabalhar até os 58 anos e 6 meses, em vez de parar aos 56 anos. O mesmo vale para as mulheres, só que a partir dos 45 anos.

A reforma atinge quem já se aposentou?

Não. A reforma da Previdência não vai atingir quem já se aposentou ou já alcançou as regras atuais para ter acesso ao benefício. Além disso, não serão modificadas, por enquanto, as regras de aposentadoria de militares.



Fonte: Carta Capital


POEIRA NA ORLA FLUVIAL TRAZ PROBLEMAS A COMERCIANTES E MORADORES

Fotos: Daniel Filho


Donos de bares e restaurante na orla fluvial de Petrolândia comentam sobre prejuízo que vêm sofrendo. Conversamos com Marcelo, dono do Flor do Chico, que denuncia a forma indevida como vem sendo feita a limpeza da orla e como seus efeitos estão afetando seu negócio:

“Sempre cobrei que fizessem a limpeza desse lugar, mas não fazer de qualquer jeito... Somos estabelecimentos de alimentação e bebidas e esse monte de poeira que sobre quando passam os maquinários vem pra mesa e pratos dos clientes que acabam por ir embora. O correto é molhar toda a área antes, fazer à noite, não sei... mas desse jeito, em horário de intensa movimentação, traz prejuízos a todos nós.”


Moradores e clientes que estavam no local também fizeram queixas sobre a situação. O Blog Gota D’Água aguarda pronunciamento da assessoria de imprensa da prefeitura.


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

NOITE DE PROTESTO NA CÂMARA DE VEREADORES

Imagens: Daniel Filho


Hoje (22) a reunião ordinária da Câmara de Vereadores teve um cenário inusitado com presença da Polícia Militar. Com bocas fechadas por fitas adesivas e cartazes nas mãos com dizeres: “A CASA É DO POVO, MAS O POVO NÃO TEM VOZ!”, Said Sousa, candidato a vereador na última eleição, e amigos protestaram pacificamente contra o veto da câmara ao seu pedido de fala na tribuna que almejava expor, em dez minutos, sua sugestão de implantação de uma agência de emprego no município. O pedido foi negado pelo jurídico da casa sob alegação de que tal pedido feria o regimento interno da casa:

A frase soa absurda e é:

"Não será permitida aos cidadãos"

“(...) o cidadão solicitante (...) não apresentou documento probatório de que é credenciado a órgão de imprensa ou ser representante de entidade representativa, sindicatos, etc
(...) a competência para firmar o tipo de convênio (...) é de exclusividade do executivo(...) Assinou o assessor jurídico da casa, Joaquim Suarez Rodriguez.

“Como assim eu não posso ter direito de falar? Essa não é a casa do povo? Essa casa deveria ser para ouvir o povo...” desabafou Said através de rede social. 
O grupo saiu em fileiras exibindo os cartazes aos presentes. 
Os únicos vereadores a reconhecerem e citarem o protesto foram José Luiz (Zé Pezão), cuja fala não passou de uma simples saudação e questionamento do motivo de Said estar "amarrado", e o presidente da câmara, Delano Santos, que não quis assumir responsabilidade na proibição:

“Eu não proibi a fala de Said, como afirmaram alguns blogs, foi a própria lei da casa que já existia antes de eu chegar aqui (...) Pelo regimento não pode o cidadão falar sem representatividade..."

Todos os demais vereadores optaram por ignorar a presença dos manifestantes.

“Fui presidente da câmara por dois mandatos e nunca vetei a fala de ninguém que viesse pedir o espaço à tribuna, mesmo estando previsto em regimento...” Declarou Fabiano Marques, questionado pela nossa reportagem através de rede social sobre o caso.

ÁGUA PARA O BREJINHO DE FORA E GREVE GERAL

Falta de abastecimento de água é um problema grave que ainda, sem previsão de melhoras, atinge diversas comunidades do município. A representante da etnia Pankararu, Josenilda Marques, reivindicou em nome de sua comunidade o abastecimento de água no Brejinho de Fora, denunciando o absurdo de ainda se pagar por água através de carros pipas. 
Houve denúncia ainda em esfera nacional. O vereador Antônio Pereira (Toinho) lembrou e provocou a reflexão sobre o massacre ao povo brasileiro se aprovada a reforma da previdência:

“Parece que o povo só foi pras ruas pedir pra tirar Dilma e depois esqueceu, só que o que está por vir aí é muito pior. Gente, é um absurdo exigir que se contribua por quarenta e nove anos para poder se aposentar... Precisamos dar apoio às centrais sindicais..."

Sua fala foi rebatida pelo vereador Evaldo:

“Acho importante você dar apoio à luta dos sindicatos e citar esse governo ilegítimo, mas é sempre importante lembrar que o senhor compõe a base desse governo ilegítimo. O prefeito que o senhor apoia tirou foto ao lado de Michel Temer para pedir recursos para a cidade... Então é preciso ser coerente com a fala e com a prática. O senhor fala de participação na Greve Geral, mas é preciso ver se o senhor vai poder participar. Se puder, ótimo, realmente precisamos unir forças."

A Greve Geral, convocada pelas principais centrais sindicais e movimentos sociais do país, está marcada para o dia 15 de Março. E, de acordo com o posicionamento de parte dos vereadores, tanto da base quanto oposição, sem ressalvas de nenhum dos demais, todos irão apoiar e participar das atividades de protesto nesse dia, em Petrolândia, junto aos sindicatos: STR, SINSEMP, SINPRO, SINTEPE, além de associações, movimentos estudantis e sociais.

Abaixo imagens do parecer jurídico que vetou a fala de Said e mais imagens da reunião:













CONVITE AO POVO DE PETROLÂNDIA


O Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) e Sindicato dos Servidores Municipais (SINSEMP) promoverão na próxima sexta-feira (24) reunião com representações de organizações municipais para debater e deliberar ações contra a atual proposta da reforma da previdência.

A reunião acontecerá a partir das 19:00hrs na sede do STR.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

“A HISTÓRIA COMO PASTOR É BONITA, MAS GOVERNAR É DIFERENTE” – ÚLTIMA PARTE DA ENTREVISTA EXCLUSIVA COM ROGÉRIO NOVAES

Imagem: Arquivo

Na terceira e última parte da entrevista, Rogério Novaes faz uma análise dos primeiros cinquenta dias de gestão de Ricardo Rodolfo, mutirão de limpeza da orla fluvial e manda um recado para o povo petrolandense.


DF - Gostaria de ouvir seus comentários acerca dos primeiros cinquenta dias de gestão executiva e participação legislativa.
RG – Essa sua pergunta é um pouco complicada de responder devido a termos sido candidatos à majoritária há tão pouco tempo e a gente comentar um início de governo pode ser levado pra outro lado, de que estaria criticando por ter perdido as eleições, mas não é isso. Vou falar como cidadão de Petrolândia.
Foi feita uma transição, foi como passar de pai pra filho. Então o que a gente esperava, já que houve uma transição tão boa como o próprio Ricardo sempre diz, é que ele não errasse como está errando em tudo que já relatei no começo da entrevista.
É muito bonita a história de Ricardo como pastor. Ele conseguia fazer o bem a partir de doações, mas como prefeito não dá pra governar assim. Tem como fazer algumas parcerias com a iniciativa privada? Tem! Porém não tem como viver de mutirões e doação da própria comunidade. A prefeitura não pode fazer isso, é crime. Existe receita, nós temos nossos direitos e deveres e ele deve gerir nossos recursos.

Foto: Rogério em sua rede 

social denuncia descaso com 

a área rural

Para avaliar ele agora não é fácil, mas acho que já começou errado e é a única coisa que posso te dizer. Mas precisamos cobrar. Não pode ter isso de que começou agora, se não depois passam três anos e o povo ainda vai ficar defendendo que ele precisa de tempo e mais tempo...acaba se mantendo o mesmo grupo político que está aí há vinte anos e Petrolândia sem sair do lugar.
Costumo dizer: Quem quer ver Petrolândia depois de Simões, olhe para o Bairro Nova Esperança. Lá você vê o que foram as sucessões do prefeito Francisco Simões. Se achar que tá bem, então está, senão... Mas ali representa o que foi a administração pública de Simões pra cá.
Ricardo tem vontade, vontade essa que não percebo em alguns secretários, mas vamos torcer pra que dê certo. Acho corretíssimo quando ele diz que cargo de secretário não é duradouro e que, se daqui seis meses não der certo, de que ele dará lugar para outro tentar, eu no lugar dele faria o mesmo.

DF - Comente sobre o mutirão da limpeza da orla fluvial... Acha válido?
RG – Esse acredito que foi o tema mais discutido ultimamente. É como eu já disse, Ricardo é acostumado com esse tipo de trabalho na igreja, esse lado mais humanos. Mas na política a gente tem que ser político também. Então vejo diferente, eu não faria esse mutirão. Eu faria com que se conseguisse contratar quinze, vinte ou até trinta pessoas que realmente tivessem conhecimento do que é uma enxada, uma lida, uma limpa... Onde os maquinários da prefeitura não pudessem entrar, iriam os trabalhadores fazer essa capinagem, dando oportunidade para que se ganhe um dinheirinho suado, sofrido, mas com dignidade. Contratar pessoas que tenham conhecimento, porque eu vi vídeos de gente que nunca pegou uma enxada, pode ver que as mãos devem estar cheias de calo, graças a Deus, não fizeram nenhum arte e onde ele limpou pode ter certeza de que não está bem feito o serviço porque quem conhece da lida muitas vezes deixa a desejar, imagine quem não conhece... Então não vejo como bom exemplo não, mas esse é meu pensamento. Mas se ele acha que está certo... Dou os parabéns a quem foi e espero que tenha ido por esse motivo, de fazer a limpeza e não visando ganhar um emprego de Ricardo depois.

DF - Aberto espaço para suas considerações finais...

Acervo pessoal

RG -  Quero lhe agradecer mais uma vez por abrir esse espaço novamente para que a gente possa se expressar, mostrar nossos sentimentos. Agradeço de coração ao Blog Gota D’Água e diretamente a sua pessoa, Daniel. Quero dizer a povo de Petrolândia que a gente só não é mais vereador, mas continuamos sendo filho de Petrolândia, pessoa que ama essa cidade e que acredita que um dia possa ver essa cidade sendo realmente de todos.
Vamos pedir a Deus que esse governo que aí está se acerte, se alinhe, pois não sou daqueles que fazem a política do “quanto pior, melhor”. Quero que se alinhe para ver nosso município se desenvolver. Que tenhamos boas escolas, faculdades, que o hospital venha atender melhor as pessoas, que nossa agricultura seja valorizada.
Rogério Novaes só saiu da câmara de vereadores, mas está aqui de braços abertos para abraçar os amigos e ajudar no que for possível. Não mudei meu telefone e nem quero mudar. As pessoas que ligavam pra mim podem continuar ligando que vamos continuar fazendo o mesmo trabalho social que fizemos durante esses quatro anos em que o povo me conheceu como vereador. Um forte abraço do amigo de hoje e sempre Rogério Novaes.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

EXCLUSIVA COM ROGÉRIO NOVAES – SEGUNDA PARTE

Imagem: Arquivo

Na segunda parte da entrevista o ex-vereador, Rogério Novaes, comenta sobre a situação do distrito Icó-Mandantes e obras na BR-110, conhecida reta do mirim.
Leia:

DF - Há indícios de que o distrito Icó terá autonomia e recursos próprios para administrar os problemas das comunidades rurais próximas?
RG – Quando você me faz essa pergunta me vem logo à cabeça a subprefeitura que a gente tanto sonhou. Hoje o Icó-Mandantes é o primeiro distrito de Petrolândia e não ter esse reconhecimento é o que muitas vezes nos revolta. O anterior sequer quis reconhecer a lei, mas a gente espera sim... Em período de campanha Ricardo deixou bem claro que iria fazer a subprefeitura destinando recursos aqui pra dentro e iria ampliar os trabalhos dos maquinários e tratores para que nos olhem, olhem nossa agricultura... Ainda somos os maiores empreendedores do nosso município.
Eu sempre gosto de lembrar que em 99, quando a gente começou a molhar e ter nossos plantios, só tínhamos uma loja de defensivo agrícola e outra engatinhando que eram de Roberto Dantas e do povo dos Deta. E hoje se você analisar nós temos Central de Adubos, União Agrícola... Só aqui no distrito nós temos duas: Campos Soluções Agrícolas, na Agrovila 3, e a Agro 10.
Isso mostra que nossa agricultura é ainda a maior empregadora e maior renda do município, então temos a expectativa de que o prefeito Ricardo cumpra com a sua promessa de campanha e esperamos que pra logo e é sempre bom lembrar que se é um homem de Deus, não pode gostar de mentira, então a gente fica esperando... Mas, por enquanto, até os serviços básicos, como tirar uma identidade, acabaram. Até mesmo as horas de trator pagas ano passado não estão sendo feitas. Então é preciso que ele olhe pra gente como o futuro de Petrolândia. E acredito que uma subprefeitura aqui, com um orçamento, aprovado pela câmara, em torno de 15 a 20% da receita municipal, desafogaria a prefeitura. Temos 20% da população de Petrolândia aqui dentro. Somos sete mil e quinhentos habitantes dentro do distrito Icó-mandantes, quatro mil eleitores, então precisam nos olhar com mais respeito...

DF - Sobre a reta do mirim, qual sua opinião? Ela é uma conquista conjunta de vários fatores e forças políticas do executivo, legislativo, sindicatos, movimentos sociais e sociedade civil ou deve-se a apenas um grupo político?
RG – Há muitos anos que ouvimos falar dessa reta, que vai ser asfaltada e sabemos ser uma rota importantíssima para nosso município, nossa região e até para o país, pois é uma obra federal... Não estamos tratando de uma PE e sim de uma BR. Então uma parte já deveria ter sido construída há muitos anos e é um sonho que pode vir a se tornar realidade, agora, falar sobre forças políticas... Olhe, quando entrei há quatro anos como vereador a gente pode acompanhar mais de perto essa situação e se teve um vereador que lutou muito, que sempre cobrou, foi o amigo Carlos Alberto, o Carlinhos do banco. Ele queria sair da câmara com um resultado positivo, já asfaltado. Porém não foi possível, mas o doutor Armando Monteiro sempre mostrou bastante empenho, as cobranças dele, desde a época de deputado federal, sempre foram em cima disso. Mesmo depois de ser senador e ministro de Dilma. E Carlinhos sempre teve indicações fazendo esse questionamento e Armando como ministro e senado conseguiu captar esse recurso.

DF - Com a falta de esperança da população qual a garantia que você pode dar de que não se trata de apenas mais uma obra eleitoreira?
RG - Quando você me pergunta se vai ser feito ou se é mais uma obra eleitoreira eu não tenho como afirmar se sim ou não, eu sei das intenções. Armando sonha com isso desde o mandato de deputado e quer ter o dever cumprido, mas quanto a executivo municipal eu não me lembro de nenhum, nem prefeito daqui, nem de Ibimirim, nem de canto nenhum fazer sequer uma indicação, não lembro, não vou mentir. Mas de vereador foi Carlos Alberto e nossa bancada de oposição. Como existem várias frustrações e nunca aconteceu, então não posso afirmar que vá acontecer, mas esperamos e sonhamos. A gente teve uma oportunidade muito boa quando era o governo do PT, mas também deixou muito a desejar. Votei em Lula, votei em Dilma e se deus quiser em 2018 vou votar em Lula de novo, mas a gente sabe que ficaram algumas pendências como essa que poderia ter sido feita através da bancada pernambucana.


Na terceira e última parte da entrevista, Rogério Novaes faz uma análise dos primeiros cinquenta dias de gestão de Ricardo Rodolfo, mutirão de limpeza da orla fluvial, e manda um recado para o povo petrolandense.