segunda-feira, 19 de junho de 2017

VITÓRIA PARCIAL DA COMUNIDADE PANKARARU ANGICOS EM PETROLÂNDIA, SERTÃO DE PERNAMBUCO

Imagens: Daniel Filho

Recentemente publicamos a história da comunidade indígena Pankararu Angicos em Petrolândia, sertão de Pernambuco, que recebeu com surpresa a decisão da justiça federal pela reintegração de posse das terras ocupadas que deveria ter acontecido hoje (19), no entanto a comunidade ganhou mais um prazo. Conversamos com Bira, secretário municipal para assuntos indígenas:

“Há um embargos de declaração da união nos autos, de modo que o prazo pra recurso de apelação está interrompido. (...) A DPU (Defensoria Pública da União) vai entrar no processo e recorrer. O nosso recurso já tem o efeito de suspender a execução da sentença, já que o juiz não deu liminar.
Por sorte na sexta esteve na DPU, Dr.Francisco Nóbrega, que é o diretor de Direitos Humanos e fizemos uma reunião com ele e Dr. Geraldo Vilar. Ele me tranquilizou e disse que conseguimos ganhar a causa dos Tabeba do Ceará e vamos evitar todos os esforços jurídicos para defender o direito dos Pankararu de Angicos.                       
Segundo o defensor não tem data estipulada, até porque o processo ainda está na 1ᵃ instância em Serra Talhada.”

Com mais tempo a comunidade resiste em busca de reverter decisão e garantir definitivamente a posse das terras.

MATÉRIAS RELACIONADAS














LBV PROMOVE CONCURSO DE DESENHO SOBRE A BIODIVERSIDADE BRASILEIRA


A Legião da Boa Vontade está promovendo a 5ª edição do Concurso de Desenho Infantojuvenil, da LBV, direcionado a crianças e adolescentes, com idades entre 6 e 18 anos, que participam dos programas socioassistenciais desenvolvidos nos Centros Comunitários de Assistência Social e/ou estudam na rede educacional da Instituição.
Os trabalhos são norteados pelo tema “Retrato da biodiversidade brasileira – Educar. Preservar. Sobreviver. Humanamente também somos Natureza”, temática essa inspirada em teses do diretor-presidente da LBV, José de Paiva Netto.
A iniciativa tem como objetivo estimular a criatividade e a reflexão sobre a biodiversidade no Brasil e estimular a utilização do desenho como forma de comunicação e expressão. As obras serão selecionadas por critérios de criação, capricho e se atendem a temática. Os desenhos escolhidos estamparão parte do material que comporá o kit da próxima edição da campanha Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro!, a ser entregue em 2018.
A cada edição, o tema abrange um valor ecumênico, já que a LBV preocupa-se diariamente, em suas ações, com o cuidado com o ser humano em sua totalidade, desenvolvendo o cérebro, mas também o coração, isto é, o sentimento, de forma que os beneficiados se tornem protagonistas de suas histórias de vida e das mudanças no seu bairro, na sua cidade, no seu país e no mundo.

SOBRE A CAMPANHA CRIANÇA NOTA 10!

A iniciativa entrega entre os meses de janeiro a março kits de material pedagógico a alunos da rede de ensino da Legião da Boa Vontade e a crianças e adolescentes (com idade entre 6 e 15 anos) que participam de programas socioassistenciais promovidos nos Centros Comunitários da Instituição e a estudantes da Zona Rural do Sertão Nordestino amparados pela LBV. O objetivo é dar apoio aos pais que não possuem recursos para a compra do material pedagógico e incentivar os filhos a continuarem os estudos.
Para saber mais sobre o Concurso de Desenho e/ou as atividades da LBV, acesse www.lbv.org.

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ESPORTE: FUTSAL INFANTIL DA ESCOLA DE JATOBÁ NAS FINAIS DOS JEPs 2017


Petrolândia terá time de futsal infantil nos Jogos Escolares de Pernambuco (JEPs), a equipe da Escola de Jatobá consagrou-se campeã das fases Municipal e Regional e garantiu depois de cinco anos sem equipe dessa categoria de Petrolândia ter representante no Estadual.
Em pé: Prof. Inglisson, Nilson, Danilo, João Vítor, Willian, Douglas, João Marcos e Prof. Luiz Henrique
Agachados: Elan, Éfeso, Fernando, Lucas, Adson e Guilherme
O time mostrou preparação já na primeira fase da competição e a sensação de que tudo daria certo bateu mais forte quando os adversários da fase municipal e no Regional em Floresta não tinha organização para nos atacar, o time conseguiu sempre dar o ritmo às partidas, tanto que venceu na final da competição o time local por 4x1, sem deixar dúvidas do merecimento do título.
O futsal de Petrolândia vive um novo momento, “confirma o Prof. Inglisson Cleandro”, treinador da Escola de Jatobá. E completa: “o divisor de águas foi o ano de 2012 e 2013 quando participei de um projeto esportivo na própria Escola de Jatobá conhecendo a metodologia da Periodização Tática, após aquele ano, percebo que os times que se apropriaram de métodos planejados na preparação das bases vem acumulando feitos expressivos na vida esportivo e social de alunos de 11(onze) aos 17(dezessete) anos em quatro anos de trabalho. Espero aumentar este feito com um bom resultado na fase final do JEPs. Mesmo ainda adquirindo experiência no futsal acredito que estou ajudando a mudar o cenário e elevar o nome do time e da cidade a outro patamar na modalidade. Disciplinarmente, nós cobramos muito dos garotos, porque se eles têm um sonho, eles mesmos têm que correr atrás. Não dá mais para esperar do acaso, trabalhamos muito a cabeça deles.
A aposta feita pelo treinador Prof. Inglisson Cleandro foi no sistema de treino e em cima de um modelo do jogo, pois para alguns atletas era o primeiro trabalho em um time de futsal de competição. Foi uma missão difícil, pois o time nunca tinha vencido esta competição. Mas desde o primeiro dia, já foi implantada a metodologia de trabalho, tanto na parte tática, como na parte disciplinar e, logo na primeira fase veio o primeiro lugar do interior s repetindo o bom resultado como campeão do Sub Médio São Francisco, na cidade de Floresta-PE.
A receita do sucesso está na disciplina, na dedicação aos treinos e no trabalho psicológico fora das quadras. Além do compromisso dos alunos, foi preciso um trabalho de “volta às raízes” dos fundamentos do futsal.
Nossa filosofia é que todos trabalhem com o mesmo padrão de movimento, para que as tomadas de decisões fossem assimiladas por todos.
Os resultados alcançados só foram possíveis pelo trabalho forte que é feito dia a dia por todos. Pelo tamanho da cidade e das condições oferecidas, essa conquista é um fato que ficará marcado por toda a vida da nossa cidade, principalmente pelo fato de representar a cidade de Petrolândia-PE nos Jogos Escolares de Pernambuco 2017.
O time da Escola de Jatobá segue em busca de uma inédita conquista na competição estadual para a escola.

O BLOG GOTA D’ÁGUA ENTREVISTOU ATLETAS DA ESCOLA DE JATOBÁ, ELES AFIRMARAM QUE TRABALHO DIRIGIDO É O QUE TRAZ BONS RESULTADOS:

João Vítor - ala
João Vítor (3º ano) revela que o trabalho feito pela equipe técnica tem grande importância tanto na tática quanto no psicológico, sendo fundamental para um forte jogo coletivo. Durante a preparação conseguimos ajustar tudo e aplicar em quadra as formações, jogadas ensaiadas e principalmente a marcação que foi nosso forte para chegar às vitórias. Colocamos na cabeça que estávamos ali não apenas para viajar e passar uma semana fora, e sim conseguir um objetivo que era chegar ao título. Estamos confiantes e motivados, conscientes de que o nosso modelo de jogo imposto pelo nosso professor funciona e vamos trabalhar em cima disso e se Deus quiser chegar ao título estadual.
NOSSO GRUPO ESTÁ FECHADO, SOMOS MAIS QUE UM TIME, SOMOS UMA FAMÍLIA.
Para chegar até aqui passamos por muitos obstáculos, jogando fora de casa contra o time da casa e sem torcida nos apoiando (que foi o mais difícil).
Para ser sincero não tivemos apoio nenhum que fosse da escola ou da cidade e isso dificulta bastante, pois talento sei que temos  só falta apoio para desenvolvermos ainda mais nosso potencial.
Escolhemos jogar a partir de uma forte marcação que sendo bem feita nos dá um equilíbrio tático que faz com que a equipe adversária se perca um pouco e ai aproveitamos suas próprias falhas e matamos o jogo, tudo bem trabalhado pelo prof. Inglisson Cleandro.

Éfeso - pivô
Na mesma linha de pensamento o atleta Éfeso Thelys (3º ano) falou da falta de apoio e disse que não acredita que nem o mínimo ainda está sendo ofertado aos atletas para que possam crescer. O esforço é do treinador e seu auxiliar e lógico a dedicação e compromisso assumido por todos do grupo. “No começo tínhamos dificuldades até nos passes e durante os treinos fomos aperfeiçoando todos os fundamentos do futsal.”
Durante o Regional em Floresta-PE o time ficou mais unido, dentro de modelos de jogo como o 2-2 e 3-1 respondemos às expectativas. Agora é ir bem fisicamente para o estadual, psicologicamente o grupo está focado, é buscar melhoras táticas para ir buscar o título estadual para nossa cidade.
Prof. Inglisson e Charuto (fixo e capitão)
Outro atleta que conversou com o Blog Gota d’Água foi o capitão Guilherme Silva (3º ano) conhecido por “Charuto”, em sua fala ele relata bem a trajetória e suas expectativas.
A preparação foi boa apesar das dificuldades, de certo é que estamos representando Petrolândia-PE na final dos JEPs. Esperamos um campeonato muito difícil, pois iremos enfrentar algumas das melhores equipes de Pernambuco, então é melhorar a cada dia para sairmos vitoriosos. O modelo de jogar nos ajudou bastante e o bom é que todos nós podíamos opinar nas decisões. O Prof. Inglisson e seu auxiliar Luiz Henrique foram muito felizes nas relações com os atletas, procuraram nos ajudar da melhor maneira possível, mantendo o time unido a todo tempo, sabíamos que unidos dificilmente seríamos derrotados. Eles sempre procuravam dialogar nos motivando a seguir em frente.
Sempre confiei na equipe, acredito em cada um, pois cada um sabia das suas capacidades, em momento algum relaxamos.
A convivência está sendo o diferencial de nosso time, é um incentivando o outro.
Apoio é o que falta para uma cidade como a nossa onde poucos procuram dar valor para os tantos atletas que existem em nossa cidade. “O incentivo para os atletas é pouco.”


Mantendo o foco o Blog Gota d’Água e Petrolândia-PE fica na torcida pelo time da Escola de Jatobá nas finais dos JEPs 2017.

terça-feira, 13 de junho de 2017

ESPORTE: FUTSAL BENEFICENTE NESTA TERÇA-FEIRA (13)

Hoje (terça-feira, 13) a partir das 19:30h haverá mais um jogo beneficente no Ginásio Municipal de Esporte. 

Mais um evento do UNIÃO FUTSAL COMUNITÁRIO com entrada livre que tem o objetivo de arrecadar alimentos para doação.



ESTEJAM CONVIDADOS A COLABORAR COM ALIMENTOS E ASSISTIR COM SUA FAMÍLIA BONS JOGOS QUE CONTARÁ COM A PRESENÇA DE JOVENS E CONSAGRADOS TALENTOS DOS FUTSAL PETROLANDENSE.



19:30h - UNIÃO F.C. (time B)  x  ESCOLA FRANCISCO SIMÕES

20:30h - UNIÃO F. C.  x  ESTRELA

Entrada livre
PEDIMOS A DOAÇÃO DE ALIMENTOS

UNIÃO FUTSAL COMUNITÁRIO

segunda-feira, 12 de junho de 2017

EM PETROLÂNDIA, SERTÃO DE PERNAMBUCO, JUSTIÇA DETERMINA QUE COMUNIDADE INDÍGENA DESOCUPE ÁREA

Imagens: Daniel Filho

“A apropriação privada da terra (...) sempre se antecipa ao seu cultivo útil. Os traços mais retrógados do sistema de posse hoje em vigor não provêm das crises, mas nasceram durante os períodos de maior prosperidade.(...) Lei de terras (...) para negar a propriedade da terra a quem nela trabalhava. (...) lei ‘reforçada e ratificada (...) por uma copiosíssima legislação que estabelecia a compra como única forma de acesso à terra, e criava um sistema cartorial de registro que tornava quase impraticável ao lavrador a legalização de sua possessão’.”

O excerto acima está presente no livro “As veias abertas da América Latina” de Eduardo Galeano escrito em 1970, persiste, tristemente atual. Essa descrição trata de leis brasileiras criadas por militares e políticos das oligarquias na ascensão do café, em 1850, mas pode facilmente descrever a situação de Petrolândia, sertão de Pernambuco nos dias atuais.
Visitamos, acompanhados da equipe de filmagem do projeto sócio-cultural “Histórias em Vídeo” com estúdio R, a comunidade indígena Pankararu Angicos que recebeu a notificação judicial de reintegração de posse de suas terras para o próximo dia 19 de Junho.

“Estamos há cinco anos e dez meses nessas terras. Produzindo, vivendo, mantemos nossas tradições Pankararu (...) temos raízes aqui. Muitas crianças que vieram morar aqui hoje jovens, outras que nasceram aqui... Nós vamos pra onde? Nosso povo não sabe viver na rua, a gente gosta é daqui.”
Dona Graça, moradora e liderança da comunidade

“Essas coisas vêm parece que pra lembrar a gente que nada pra índio é fácil. Tudo a gente tem que lutar... Mas nós vamos continuar lutando e com a força de Deus e a força encantada nós vamos vencer.” 
“Seu Maninho”, pajé


“Esse povo vai pra onde? Dar uma decisão sem vir conhecer nossa realidade (...)a gente clama que o juiz reveja essa decisão que vai prejudicar mais de trinta famílias que vivem e tiram seu sustento dessas terras (...) Nossas crianças gostam de brincar aqui porque têm liberdade... não saberiam viver na rua(...) Estamos correndo contra o tempo pra tentar reverter essa injustiça (...) tenho fé que vamos conseguir...”
Bira, secretário municipal de assuntos indígenas

A falta de transparência nas questões fundiárias do município, o silêncio dos poderes acerca do tema, especulação imobiliária e o desrespeito à função social da terra há anos gera tensões sociais nos mais diversos segmentos e comunidades locais sem vislumbre por dias melhores. Diversas ocupações e comunidades que resistem para garantir sua posse de terra, seja para produzir, por moradia ou ambas.
A especulação acontece ora explícita, incluindo até “promoções de venda” de áreas ocupadas em redes sociais; ora velada, carregando em si várias faces: do empresariado grileiro que acumula imóveis e terras sem dar finalidade social às propriedades, até os que se aproveitam de associações e movimentos sociais para ocupar e acumular benefícios de assentamentos; todas moldadas pela ineficiência das gestões responsáveis.

“Tio, a gente gosta é daqui. De brincar na terra, tomar banho no rio e dançar o toré... A gente não quer ir pra rua.”
Criança Pankararu

Comunidades tradicionais, crianças, trabalhadoras e trabalhadores dos mais diversos assentamentos e acampamentos resistem... Assim como resiste o silêncio dos políticos e a especulação... até quando?

Abaixo, nos links, série de matérias produzidas pelo Blog Gota D’Água  sobre o tema:

MATÉRIAS RELACIONADAS













Imagem feita por morador da comunidade

ESPORTE: O QUE NOS RESTA DE ESPERANÇA? Por George Novaes

Prefeito Ricardo (PR) garantindo que Esporte seria prioridade
O Programa Esporte e lazer em nossa cidade agora responsabilidade da Sec. Municipal de Educação deveria estar a desenvolver por intermédio de seu departamento de Esportes, ações de transformação e retomada de políticas que pudessem proporcionar a prática de atividades físicas, culturais e de lazer com todas as faixas etárias e as pessoas portadoras de deficiência, estimulando a convivência social, favorecendo a pesquisa e a socialização do conhecimento, CONTRIBUINDO PARA QUE O ESPORTE E LAZER SEJAM TRATADOS COMO POLÍTICAS E DIREITOS DE TODOS.
HÁ ALGUNS ANOS A CIDADE JÁ VEM SOFRENDO COM A FALTA DE APOIO AO ESPORTE. É PRECISO FAZER ALGO PARA REVIVER O ESPORTE NA CIDADE!
Foto: Assis Ramalho

Sem apresentar propostas para que se discuta o Esporte por consequência nenhum objetivo poderá ser alcançado, demonstrando que mais uma vez que o Esporte foi colocado às margens dos interesses nesta gestão, como sendo de nenhuma importância.
A prefeitura trata com descaso todos os amantes dos Esportes. Por sua vez, um legislativo também sem compromisso com o setor.

Falta de cultura e lazer aumenta a criminalidade, diz especialista: “a educadora Amábile Pácios alerta também para a necessidade de mudanças no conceito de bibliotecas no Brasil: “Bibliotecas públicas tem a função de ser um espaço de divulgação e formação de hábitos de leitura. Se esse município também não tiver um cinema, não tiver oportunidade para o jovem ter seu momento de lazer, com certeza aumenta a criminalidade”.
Atletas de futsal de Petrolândia

Os representantes e ilustres vereadores nada farão por leis que sejam implementadas e que possam nortear ações voltadas para públicos nos núcleos lazer e Esporte, estimulando a gestão participativa entre os atores locais direta e indiretamente envolvidos, orientando-se junto às entidades convenentes para estruturar e conduzir políticas públicas para o Esporte e de incentivo a organização coletiva de eventos de lazer e Esporte recreativo para envolver a população local, reconhecendo as qualidades da cultura local na apropriação do direito ao lazer e ao Esporte?

Esse cenário de sucateamento do Esporte em Petrolândia é atribuído à falta de planejamento e reconhecimento da importância do Esporte na vida social dos seus cidadãos por conta dos governantes, nós temos visto o Esporte petrolandense sendo sucateado, sendo deixado em segundo plano em relação a outras questões e vamos ver as consequências de uma ação como essa em pouco tempo. O Esporte, assim como a Educação tem sofrido um grande golpe no nosso município nos últimos anos. Para mim, estes dois setores são uma espécie de atalho para uma cidade se desenvolver.

Ficamos na promessa do prefeito Ricardo Rodolfo (PR) da realização para inicio de 2017 do 1º FÓRUM ESPORTIVO DE PETROLÂNDIA, hoje sentimos a falta do Fórum para esclarecimento da gestão do Esporte na cidade e a construção de um Plano de Desenvolvimento para o Esporte de Petrolândia-PE.

Tivemos com o prefeito Ricardo momentos de diálogos que nos deixaram a acreditar que agora sairíamos da monotonia, mas até aqui nada de verdade tem mudado. Agora até para dialogar temos dificuldades.
Mas vamos em frente, contamos com o mínimo de profissionalismo e consciência dos gestores para não deixar morrer a cidade da Esperança!

sexta-feira, 9 de junho de 2017

EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO EM ESTADO DE GREVE

Imagem: SINTEPE

O governo estadual continua a desrespeitar a lei do piso, assim como a data base de negociação com todas as categorias do estado.
Os trabalhadores em Educação decidiram por entrar em Estado de Greve. A decisão foi tomada durante a Assembleia Geral realizada ontem (8), no auditório G2 da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap).

Os profissionais definiram que haverá Assembleia Geral no dia 27 de junho, uma paralisação de 24h na Greve Geral do dia 30 de junho para parar as reformas, assim como cobrar o reajuste e o indicativo de não iniciar o segundo semestre letivo.